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IDENTIDADE BRASILEIRA Cândido Rondon: a integração nacional

Elias dos Santos Bigio
72 páginas
ISBN: 85-85910-34-8

R$ 24,00  R$ 12,00

RONDON: marechal, intrépido desbravador, sertanista audaz, bandeirante pacífico.


    Militar positivista, Rondon acreditava que o Estado laico tinha o dever de patrocinar um contato pacífico com os povos indígenas e defender suas terras.


    Desbravador intrépido, adentrou-se pelo interior do Brasil, sem estradas, aviões ou telefones, para estender as linhas de comunicação telegráfica e integrar as comunidades mais longínquas aos centros econômicos e políticos da época, consolidando as fronteiras nacionais.


    Sertanista audaz, entrou em contato com isoladas e arredias tribos indígenas, cujas línguas chegou a aprender. De acordo com o espírito mais progressista da época, procurou incorporá-las de forma pacífica à sociedade, impedindo seu extermínio. Seu lema reflete uma filosofia de ação e de vida: "Morrer se necessário; matar, nunca."


    Rondon foi o principal responsável pela política indigenista da Primeira República, tendo organizado e dirigido várias agências governamentais, em especial o Serviço de Proteção aos Índios, antecessor da atual Fundação Nacional do Índio (Funai).


    Albert Einstein, após visitar o Brasil em 1925, propôs à Academia de Ciências da Suécia o nome de Cândido Rondon para o Prêmio Nobel da Paz, tamanha impressão lhe causara o heroísmo humanista do militar brasileiro.


    A série Identidade Brasileira tem a honra de apresentar o estudo de Elias Bigio sobre a vida e a obra exemplares de Cândido Rondon.


                        César Benjamin


O pernambucano Elias dos Santos Bigio é mestre em história pela Universidade de Brasília e funcionário licenciado da Fundação Nacional do Índio (Funai). Nessa instituição, atuou diretamente com sociedades indígenas de Mato Grosso e de Rondônia entre 1981 e 1991, trabalhou no Projeto Integrado de Proteção a Terras Indígenas da Amazônia Legal, foi chefe dos departamentos de Desenvolvimento Comunitário e de Documentação, Estudo e Pesquisas, além de representante no grupo interministerial que elaborou o projeto de lei de Acesso aos Recursos Genéticos. É diretor e professor do Instituto de Ensino Superior Comunitário (Inesc) em Unaí (MG).

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